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A Rádio Mundial seleciona as melhores atrações culturais e dá as dicas pra você!

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Roberto Carlos - 50 Anos de Música

A mostra com curadoria de Marcello Dantas e Dody Serena, seu empresário há 18 anos, apresenta toda a carreira do artistas, a partir da assinatura do seu primeiro contrato profissional, em 1959, até os dias de hoje.


De 05/03 a 08/05 - Ter, Qua, Qui, Sex, Sab e Dom
Horário: das 10h às 21h
Preço: ter e qua, R$5,00; qui a dom, R$20,00

Oca - Pq. do Ibirapuera - Ibirapuera
Fone: 5574-5505 / 5574-5045 / 5574-5177


Circo Funâmbulos - Performance

O espetáculo do Grupo ARES é em homenagem ao palhaço Piolin e traz uma performance aérea, anunciada por fogos de artifício. A peça começa com três acróbatas que surgem brincando no alto do prédio e trazem suas fantasias coloridas a imagem poética do Louco do Tarô e do Bufão.
Quando estão quase chegando ao chão, no topo do prédio aparecem duas pessoas retratando os modernistas da época, assíduos freqüentadores do Circo Piolin. Pendurados num ângulo perpendicular à parede, os modernistas se encontram e começa então uma descida de pulos, estrelas pipocantes e saltos acrobáticos.

Por último surge o palhaço Piolin fazendo sua descida com giros infinitos, mímica e muita alegria. Todos se encontram no térreo, em uma grande festa trazendo muita alegria e beleza para o público.

Direção Artística: Monica Alla
Intérpretes Acróbatas: André Sabatino, Luciana Guimarães, Martin Sabatino, Monica Alla, Tum Aguiar e Willian Lopes.

De 10/03 a 13/03 - Qua, Qui, Sex e Sab
Horário: qua e qui, às 19h; sex e sab, às 13h
Gratuito

Caixa Cultural - Praça da Sé - 111 Centro
Fone: (11) 3321-4400


Simplesmente Complicado

Reunindo um tarimbado trio de atores experientes, Meryl Streep, Steve Martin e Alec Baldwin, a diretora e roteirista Nancy Meyers (Alguém Tem que Ceder) escreve e dirige a comédia Simplesmente Complicado, em torno das incertezas do romance na maturidade.
Meryl Streep aparece cozinhando de novo. Ela interpreta Jane Adler, dona de uma padaria sofisticada, recheada de croissants, bolos e biscoitos sensacionais. Seus três filhos, todos adultos, já são independentes.

Jane foi casada por 20 anos com o advogado Jake Adler (Alec Baldwin, de Amigos, Amigos, Mulheres à Parte). Um dia, ele a trocou por uma estonteante mulher mais jovem, Agness (Lake Bell). O divórcio foi repleto de mágoas e, por anos, ela simplesmente não o deixava entrar em sua casa. Agora, quando se reencontram para a formatura do filho caçula (Justin Kirk), o antigo casal tem uma recaída e vive um tórrido e clandestino romance.

Cheios de sentimentos confusos e também para evitar problemas com Agness, os dois tentam esconder do resto do mundo o que está acontecendo. Nem sempre é muito fácil. Um dia, Jake e Jane decidem ter um encontro no meio da tarde, num grande hotel.

Justamente ali, sua filha (Caitlin Fitzgerald) e o futuro marido, Harley (John Krasinski, da série The Office), tinham uma reunião para preparar sua festa de casamento. Harley faz o maior malabarismo para não deixar a noiva ver os pais chegando e subindo aos beijos no elevador, além de outros incidentes - que incluem a participação de um médico.

Contribuindo para dividir ainda mais seus sentimentos, Jane está sendo cortejada por Adam (Steve Martin, A Garota da Vitrine), outro divorciado, e o arquiteto que comanda a reforma de sua casa. Uma sequência especialmente engraçada entre os dois inclui sua ida a uma festa e o consumo de maconha.

O forte do filme está no elenco - todo ele justamente premiado com um troféu do National Board of Review, uma das associações de críticos e estudiosos ligados ao cinema mais prestigiadas dos EUA. O ponto fraco está em que a diretora e roteirista Nancy Meyers não tira realmente todo o proveito do potencial cômico de Steve Martin e de seu namorico com Meryl Streep, o que poderia tornar a comédia mais saborosa.


Elenco: Meryl Streep, Alec Baldwin, Steve Martin
Direção: Nancy Meyers


Exposição Jardim do Solar

O Museu da Casa Brasileira (MCB), instituição vinculada à Secretaria de Estado da Cultura, reabre sua exposição de longa duração que trata as árvores de seu imenso jardim como um acervo vivo do Museu. A mostra Jardim do Solar apresenta um dos últimos espaços verdes remanescentes que ilustram hábitos de moradia da elite paulistana, entre o final do século XIX e a 2ª Grande Guerra. Ela enriquece ainda mais a visita das pessoas a esse verdadeiro oásis que é o jardim do Museu, com seus 6.600 m2 em meio à densa urbanização da região da avenida Faria Lima.

A primeira parte da exposição consiste de painéis instalados no próprio jardim, que recuperam um pouco da história desse espaço verde nascido como parte integrante do solar do casal Fábio e Renata Prado, em 1945, no contexto das mudanças de costumes que tiveram lugar na capital, a partir do final do século XIX. Esse segmento aponta o papel da família Prado na valorização dos jardins públicos e privados em São Paulo, comentando algumas iniciativas de Fábio e Antônio da Silva Prado à frente da prefeitura, respectivamente nos períodos de 1934-38 e 1898-1910 – sobretudo a difusão de árvores que se tornaram características nas ruas paulistanas, como as tipuanas e os jacarandás-mimosos, presentes também no jardim do MCB.
O segundo e maior segmento da exposição convida a um passeio pelo bosque, ao apresentar individualmente 29 árvores. São exemplares escolhidos entre os mais antigos, belos ou importantes, representando quatro grupos principais – espécies nativas, estrangeiras, frutíferas e palmeiras – que permitem resgatar algumas preferências e curiosidades daquela época ou de tempos anteriores. Há espécies de Mata Atlântica, como o tapiá e o araribá, até árvores estrangeiras, como o ligustro, originário do Japão, e a aglaia, comum na China e no Vietnã. Assim, chama-se a atenção do visitante para a diversidade vegetal existente numa área quase insuspeita, em pleno coração da metrópole. Cada espécie é descrita e, em alguns casos, complementada por ilustrações que evidenciam características de floração e frutificação. Os desenhos foram feitos especialmente para o Museu da Casa Brasileira pela ilustradora botânica Hiroe Sasaki, premiada por um centro de referência em sua área - a Fundação Botânica Margareth Mee, Royal Botanical Gardens, em Kew, Inglaterra.


Serviço
Exposição: Jardim do Solar
Local: Museu da Casa Brasileira
Endereço: Av. Faria Lima, 2705 - Jardim Paulistano Tel. 3032-3727
Ingresso: R$ 4,00 - Estudantes: R$ 2,00 – Gratuito domingos e feriados
Acesso a portadores de deficiência física.
Visitas orientadas: 3032-2564 agendamento@mcb.org.br


Velório à Brasileira

O Espetáculo de grande sucesso, “Velório à Brasileira”, está em cartaz, no Teatro Santo Agostinho, todos os domingos às 18h00.

No velório de um funcionário de repartição pública, descobre-se que o falecido acaba de ganhar na loteria. Com isso, todas as pessoas com as quais conviveu durante sua vida se mostram mais interessadas em tirar proveito da situação a velar o amigo. O problema é que o bilhete sumiu. Começa então a maratona pra saber quem fica com o prêmio.

Uma viúva escandalosa, uma vizinha fofoqueira, um espirituoso contraditório, uma irmã com suspeitas intenções, um falso colega, um bêbado inconveniente, um elemento surpresa e uma boa dose de ganância formam o hilário retrato sobre a fragilidade de valores éticos e morais diante da possibilidade de ficar rico.

A peça, que primeiro estreou em 1981, quando conquistou o premio "Mambembe" de autor revelação para Aziz Bajur, vem desde então divertindo platéias em todo país e reforçando o nome do autor entre os mais importantes do seu tempo. Sucesso de público em 2008, onde esteve em temporada no Teatro Ruth Escobar e ganhador do 3º lugar no III Tablado Mogi – Festival Nacional de Teatro, “Velório à Brasileira” volta para divertir o público nos finais se semana.


Serviço – Velório à Brasileira
Horário: Domingos às 18h00 (até dia 09 de Maio)
Local: Teatro Santo Agostinho (Rua Apeninos, 118 - Liberdade)
Gênero: Comédia
Duração: Aprox. 70’
Capacidade: 690 lugares
Classificação: Maiores de 14 anos
Ingressos: R$ 30,00 Inteira e R$ 15,00 Meia
Telefone para informações: (11) 3209-4858 / 6457-2976

Ficha Técnica
Autor: Aziz Bajur
Direção: Ilvio Amaral
Cenografia: Fernanda Gavioli
Trilha Sonora: Mauro Pucca
Arte Visual: Gustavo Lambreta
Consultor Técnico: David Barkan
Fotos: Liety Pucca
Produção: Fernanda Gavioli, Jorge Derosa e Mauro Pucca
Produção Executiva: Andresa Gavioli
Realização: Cia. de Teatro OSCARDEPAU

Elenco:
Erika Farias (Eunice), Fernanda Gavioli (Zélia), Guilherme Costenaro (Sr. Guiba), Jorge Derosa (Pé de mesa), Mauro Pucca (Teteo), Priscila Teles (Biga) e Wellington Firmino (Edgard).


Amor e perda

Amor e luto são duas faces da mesma moeda: não é possível sentir o primeiro sem correr o risco de deparar com o segundo. Somente ao entender a natureza e os padrões do amor podemos compreender o luto; por outro lado, a perda de uma pessoa amada pode nos ensinar muito sobre a natureza do amor. O livro Amor e perda – As raízes do luto e suas complicações, lançamento da Summus Editorial, é resultado de uma vida de trabalho de Colin Murray Parkes, um dos maiores especialistas em luto do mundo. Além de apresentar uma pesquisa inovadora, a obra une conhecimentos sobre os vínculos estabelecidos na infância e os problemas no luto, originando uma nova maneira de pensar a respeito de amor, luto e outras perdas.
Com base em pesquisas e estudos, bem como em sua vasta experiência profissional, Colin Murray Parkes traz uma análise sobre as relações dos tipos particulares de apego, as influências causadas pelos padrões de amor que a pessoa teve com os pais na infância, os fatores genéticos e os problemas e traumas a que somos expostos durante a vida.
No livro, Parkes aborda as influências positivas e negativas geradas pela perda e pelo apego em diferentes situações, como no caso de filhos de pais separados, que podem se tornar muito mais resistentes à perda na fase adulta por terem vivido uma experiência difícil na infância. Também estuda outras ocorrências: a perda de um dos pais na vida adulta, a perda de um filho, a privação materna na infância, a perda do conjugue ou parceiro. Os casos são exemplificados com histórias reais.


Título : Amor e perda – As raízes do luto e suas complicações
Autor: Colin Murray Parkes
Editora: Summus Editorial
Páginas: 448


Poesia de Luís de Camões para todos

Poemas sobre o amor e a vida, alguns contando pequenas histórias, outros de um humor irresistível... Que este seja, para muitas crianças e jovens, o seu primeiro livro de Luís de Camões, pois nele se reúnem poemas líricos de leitura mais acessível, a par de outros que, de tão conhecidos, ficaram guardados na memória desde a juventude.

Seleção e organização: José António Gomes
Ilustração: Ana Biscaia


Lições de amor

No livro Lições de amor - Para sobreviver ao casamento (288 p., R$ 59,90), lançamento da Editora Ágora, o psiquiatra José Angelo Gaiarsa mais uma vez critica a hipocrisia presente na família e se volta para a dinâmica dos relacionamentos amorosos. Por que as brigas acontecem? Quais são os fatores que mais influenciam as discussões? O que fazer quando se está prestes a perder a cabeça? Como recuperar a harmonia do casal? Baseado em mais de cinquenta anos de prática da psicoterapia, notadamente corporal, o autor desvenda todo o imbróglio do relacionamento homem-mulher e dá sugestões para evitá-lo - ou, se for o caso, encarar a separação sem culpas.

Para entender o amor, Gaiarsa investiga as raízes da humanidade e, assim, oferece sugestões para enriquecer a relação por meio da tomada de consciência. Os consultórios de psicoterapia estão lotados de sobreviventes de relações malsucedidas - dos próprios cônjuges aos seus filhos, que por sua vez tenderão a repetir o mesmo padrão na vida. Para Gaiarsa, é preciso dar um basta à hipocrisia social que decretou que as pessoas devem se aguentar mesmo quando já não se suportam mais. "Não haverá uma nova era se não houver uma nova família, pois a velha é definidamente a célula mater deste horror que vivemos", afirma o autor.

Título: Lições de amor - Para sobreviver ao casamento
Autor: J. A. Gaiarsa
Editora: Ágora
Preço: R$ 59,90


Michael Jackson This Is It

Um tributo ao rei do pop mundial leva arte, alegria e saudade a dezenas de metros quadrado nas estações de trens da capital paulista.

Os mais de dois milhões de usuários que circulam diariamente pelas linhas da CPTM vão se deparar com um grande tributo a Michael Jackson. Cinco estações - Pirituba, Carapicuíba, Mooca, Brás e Osasco - foram pintadas por artistas convidados, todos com grande repercussão no cenário nacional e internacional do graffiti. O trabalho de cada um foi inspirado no documentário “Michael Jackson This is It”, que será lançado em DVD e Blu-Ray na próxima semana, dia 27 de janeiro.

Os locais foram pintados nos dias 16 e 17 de janeiro e assim permanecerão durante pelo menos dois meses.

A ação faz parte do projeto Galeria de Arte a Céu Aberto Arte nos Muros da CPTM.


Canto do amor iluminado

Escrito por Rose Marie Muraro, autora de mais de 35 títulos, Canto do Amor Iluminado é diferente todos que a escritora já publicou.
Numa edição em formato de livro de bolso, a autora reuniu frases e pequenos textos sobre o que é verdadeiramente o amor, baseado em experiências pessoais, nas quais descobriu que o amor experimentado apenas pelo desejo sexual tende a ser superficial, passageiro e cheio de conflitos.
O amor digno desse nome é muito maior: depende essencialmente da comunicação das partes mais profundas do ser do homem e da mulher.

Editora H
128 páginas


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